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São Gonçalo incentiva contação de história nas escolas

Atividade leva alunos da rede municipal para o mundo da imaginação

Foto: Lucas Alvarenga
Foto: Lucas Alvarenga

Envolvidos com a vida da cadelinha Suzi, os alunos do 3° ao 5º ano do Colégio Municipal Amaral Peixoto, no Lindo Parque, receberam, em sua Sala de Leitura, nesta sexta-feira (8), a professora Mirtes Lessa para a contação da história do livro “Quem é Suzi?”, escrito por ela. Além de participarem ativamente, interagindo com a história, as crianças também foram convidadas a refletir sobre a amizade e os animais de estimação.


Para a autora e professora Mirtes Lessa, é fundamental trazer as crianças para a Sala de Leitura para que elas despertem o interesse por esse mundo.

“A contação de história é uma ferramenta muito importante para o incentivo à leitura, para as crianças se familiarizarem, para terem uma motivação para freqüentarem a Sala de Leitura. Ela tem o poder de motivar, de incentivar, de levar para o mundo da fantasia, despertar a imaginação e também as expressões.


A contação de história tem que ter vários momentos e desenvolver várias temáticas a partir daquela história e é muito interessante ver como os alunos captam a mensagem. Contando essa história, eu falo muito sobre amizade, sobre o amor e a importância de acolher não só os animais mas as pessoas que precisam de ajuda”, explicou Mirtes Lessa.


A diretora Verônica ressaltou a importância do incentivo à leitura e ao uso da Sala, que foi inaugurada recentemente pela escola.


“Contribui para o processo de alfabetização e construção da linguagem. O ato de ler auxilia a criança a compreender o mundo que a cerca, colocando-a em contato com novas ideias e conhecimentos. Isso é muito significativo, pois ao fazer da leitura um hábito, você é capaz de formar um cidadão mais crítico e criativo”, afirma Verônica Andrade.


Encantada com a história e prestando atenção em todas as aventuras da cadelinha Suzi, a aluna Ana Vitória, de 9 anos, até se lembrou do próprio bichinho de estimação.


“Eu gostei, eu me interessei, é melhor do que internet, do que tablet. Ela contou muito bem a história. Me lembrou o meu cachorro, pois ele também é muito bagunceiro”, contou Ana Vitória.

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